Eis que eu chego em casa e me deparo com um envelopinho bege, um tanto quanto amassado, por baixo da minha porta. No verso estava escrito:
"Carro de Boi"
Artista: Vanessa Monteiro
Medida: 50 x 60 cm.
Características: óleo sobre tela, manuseado à espátula.
Vendi meu primeiro quadro, e isso me deixou feliz.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
"Toda arte deve causar estranhamento"
Sabe que hoje, quando eu ouvi esta frase de um professor, que ele citou de sei-lá-quem, eu fiz questão de anotá-la imediatamente no caderno. E eu também não me questionei no momento pra saber de quem era, porque intependente de quem fosse, eu só queria um registro de que aquilo que eu já falava anteriormente tinha um fundamento lógico.
Já me deparei diversas vezes com o dilema de ser diferente, e não é uma questão de ser diferente para se destacar, a questão não é apenas a reação dos espectadores, mas principalmente a minha capacidade de transcender. Eu acredito ser capaz de produzir coisas que agradem ao público, e acredito justamente por presenciar reações positivas perante a essas tentativas de obras. Obviamente, me dá um pequeno prazer em saber que agradou, mas não é essa reação que eu almejo; e me dói mais ainda pensar que eu nunca a concebi no meu plano real.
(não sei se estou conseguindo ser clara até aqui, tudo isso, acho que por eu ter expressado poucas vezes, me parece muito subjetivo e intimista)
Imagine-se em um museu, vendo em todos os cantos diversos quadros de pintura morta, nus, paisagens, retratos e... Eis que você depara com o quadro que lhe deixa sem reação, pasmo por encontrar algo diferente, que fez com que você alterasse sua concepção visual! Não precisa ser complexo, apenas atípico.
O silêncio límpido e ao mesmo tempo agitado das horas que a gente interrompe uma conversa pra refletir. Não aquele que incomoda pela sua mudez, e sim o que causa inquietude pelo o que passa pela sua cabeça e pela ponta da sua língua, sem que, no entando, seja dito.
É isso que eu procuro.
O meu medo é concluir que minha visão se enclausurou nisso que nós concebemos como belo. Medo de não transcender e não ser capaz de apresentar a ninguém, inclusive a mim, um outro panorama da vida.
Já me deparei diversas vezes com o dilema de ser diferente, e não é uma questão de ser diferente para se destacar, a questão não é apenas a reação dos espectadores, mas principalmente a minha capacidade de transcender. Eu acredito ser capaz de produzir coisas que agradem ao público, e acredito justamente por presenciar reações positivas perante a essas tentativas de obras. Obviamente, me dá um pequeno prazer em saber que agradou, mas não é essa reação que eu almejo; e me dói mais ainda pensar que eu nunca a concebi no meu plano real.
(não sei se estou conseguindo ser clara até aqui, tudo isso, acho que por eu ter expressado poucas vezes, me parece muito subjetivo e intimista)
Imagine-se em um museu, vendo em todos os cantos diversos quadros de pintura morta, nus, paisagens, retratos e... Eis que você depara com o quadro que lhe deixa sem reação, pasmo por encontrar algo diferente, que fez com que você alterasse sua concepção visual! Não precisa ser complexo, apenas atípico.
O silêncio límpido e ao mesmo tempo agitado das horas que a gente interrompe uma conversa pra refletir. Não aquele que incomoda pela sua mudez, e sim o que causa inquietude pelo o que passa pela sua cabeça e pela ponta da sua língua, sem que, no entando, seja dito.
É isso que eu procuro.
O meu medo é concluir que minha visão se enclausurou nisso que nós concebemos como belo. Medo de não transcender e não ser capaz de apresentar a ninguém, inclusive a mim, um outro panorama da vida.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
As cores de Mathilde

Na metade do ano, revirando os perfis do devianART eu encontrei uma menina chamada Mathilde, com desenhos e colangens incríveis. Desde então seu perfil está nos meus favoritos; não sei se ainda não existia ou se eu só reparei agora, mas neste mesmo perfil tem o link para o site, que é encantador.
Além dos desenhos e das colagens (algumas conhecidas e outras surpreendentes) no site há uma parte de animações muito divertida, o que inclui "I wanna hold your hand" cantada em latidos e outras coisas peculiares.
Mathilde Aubier - site Oficial
http://www.mathildeaubier.com/
Mathilde on devianART
http://mathilde.deviantart.com/
Animação non sense
http://www.jc-de-castelbajac.com/popup.php?titre=urban&swf=swf/commun/urban/urban.swf&largeur=313&hauteur=470
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